segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A Análise do Ipea e FGV e a realidade crua

    As análisesque do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e a da FGV (Fundação Getúlio Vargas) que são matérias de capa mostram uma situação insólita.
    Dados divulgados mostram estar ocorrendo uma considerável melhoria de vida principalmente para as pessoas mais pobres e que programas assistenciais como Bolsa Família contribuem na melhoria de renda.
    Os dados do IBGE apresentam 31 milhões de pessoas entre 2003 3 2008 que “subiram de classe social”, de acordo com a FGV.
    Os números da pesquisa são muito animadores pois o quadro de concentração de riquezas começa a ser modificado.
    Porém temos outra pesquisa, a do Ipea, que constata outra realidade desumana, a do que um pobre gasta em um ano é o mesmo que um rico gasta em três dias (vela matéria de capa).
    As análises são complementares pois mostram avanços, porém mostram o oceano de injustiças em que foi estruturado nosso país. Ambos estudos apontam avanços significativos nas políticas assistenciais e econômicas que privilegiam as pessoas que possuem rendimentos menores.
    Os dados mostram o quanto o país tem que avançar e a necessidade de aprofundar e fortalecer as lutas pela distribuição de renda que não está atrelada a crescimento econômico, mas sim numa postura de compromisso social de forma firme e contundente.
    Distribuição de renda é também Saúde Pública de qualidade, educaçã, lazer, cultura, moradia, além de simplesmente emprego e salário.
    A distribuição de renda está atrelada, necessariamente, à democratização do Estado.

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