Nos últimos anos a sociedade brasileira conquistou importantes avanços socio-econômicos, que se materializaram principalmente com a melhora na qualidade de vida de uma considerável parte da população
mais pobre.
Esses avanços ocorreram com o entrelaçamento de setores do movimento popular com metas de ações
governamentais, havendo aí definição de prioridades que privilegiaram o campo social.
Porém para que seja possível garantir a manutenção e continuidade destas conquistas, é necessário que
as organizações sociais sejam autônomas, e não sirvam apenas como suporte de políticas públicas, e garantirem assim a continuidade das lutas por melhores condições de vida, para quando não houver compromissos sociais por parte de possíveis governos futuros.
Nesse sentido é imperativo que as bases sociais dessas organizações estejam envolvidas e organizadas,
principalmente por termos as condições favoráveis para a realização de tarefas num ambiente ainda amistoso e tranquilo.
É necessário que líderes saiam dos gabinetes para irem à base, e a base do movimento elimine a prática
de lideranças que sobrevivem num ambiente limitado pela aspiração burguês-progressista.
O momento é oportuno para que a sociedade civil organizada não fique na dependência deste ou daquele
governo apenas, pois este é o momento de consolidar as conquistas sociais.
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