No início deste mês foi transmitido pela Band um belo e antigo filme baseado na história de Anne Frank,uma garota judia que vivia na Holanda e juntamente com sua família e mais algumas pessoas moravam no sótão de um escritótio se escondendo dos nazistas.
Anne Frank, então com apenas 11 anos, relatou em seu diário o cotidiano do grupo que se baseava em nãofazer nada que pudesse chamar a atenção, em completo silêncio durante todo o dia, que era quando funcionava a firma e somente depois que os funcionários tivessem saído é que poderiam “viver”. Por longos dois anos conseguiram sobreviver até serem descobertos e levados pela fúria insana das tropas de Hitler. Anne morreu poucos meses antes do fim dos campos de concentração.
Simultaneamente na TV Globo estava passando o programa Big Brother Brasil, estrangeirismo à parte, a maior empresa de televisão do país que surgiu com um investimento da Time-Life e se fortaleceu com publicidades de tabela cheia feita pelos sucessivos governos militares, apresentava uma outra realidade: Homens e mulheres musculosos, bronzeados, bem alimentados, explosões de vaidades, estereótipos, preconceitos, clichês em um ambiente aparentemente fechado motivado por interesses, mas vigiados e transmitido por vários ângulos que flagravam parte da irrelevância dos diálogos, gostos eintenções de alguns seres da raça humana.
Se algumas pessoas preferem o BBB o problema é delas, mas quando milhões de pessoas fazem esta opção oproblema é muito, mas muito grave!
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