terça-feira, 1 de maio de 2012
COMO DESTRUIR UMA BOA IDÉIA
O mercado imobiliário está aquecido, a busca por moradias, os financiamentos para compra de imóveis novos e usados não param de crescer. Enfim, o velho problema do déficit habitacional finalmente resolvido (!?)
Recentemente a ONU reconheceu a importância do Minha Casa Minha Vida devido, principalmente, à capacidade de articulação entre os entes da federação e demais setores da sociedade. Enfim, o sucesso do programa se deve à participação da união, estados e municípios conectados ao setor imobiliário.
Mas, como nem tudo são flores, em muitos lugares o programa enfrenta uma série de dificuldades como a tardia e tímida adesão do governo paulista.
Mas a situação se torna mais grave quando as próprias prefeituras brecam o projeto.
Milhares de pessoas se inscreveram no Minha Casa Minha Vida na cidade de Poá, mas parece que a prefeitura não deseja mais pessoas na cidade pois alega que sobrecarregaria a infraestrutura existente e o município não possui recursos suficientes para esta demanda, e assim o programa não sai.
Poá possui um orçamento de mais de R$ 360 milhões, ou seja, R$ 1 milhão por dia, o suficiente para preparar a estrutura necessária. A prefeitura prefere gastar recursos em coisas secundárias como o enorme elefante branco em que se tornou a praça de eventos, revelando um espírito megalomaníaco que domina a atual administração municipal.
Milhares de pessoas enfrentaram filas, que estavam na expectativa de realizar seus sonhos , estão sendo impiedosamente ignoradas devido à visão obtusa do administrador-mor municipal.
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