Ao assistir aos telejornais e seus analistas e comentaristas políticos, tenho a impressão que nosso país está indo à bancarrota.
Falam de sucessivas crises, de erros grosseiros, de trapalhadas, como se nosso país estivesse nas mãos de aventureiros que somente pensam em esvaziar o erário público e demais leviandades.
Mostram um país retornando à idade das trevas com as estruturas sociais e morais cada vez mais corrompidas pelo seu inimigo: as lutas sociais.
Porém quando temos informações mais qualificadas vemos que a coisa é bem diferente. A economia está crescendo e se fortalecendo, com estabilidade e confiança das pessoas. A qualidade de vida da população mais pobre melhorou. O Estado e suas instituições estão mais organizadas. Existem políticas públicas em pleno funcionamento. Investimentos externos em crescimento. Respeito internacional. A casa está sendo colocada em ordem!
Então o que está ocorrendo pois recebemos informações tão contraditórias?
Grandes e pequenas empresas de comunicação refletem o pensamento dos grupos que possuem grande parte da renda nacional, e esses grupos dão mais valor a pés de laranja em área grilada que a vidas humanas como foi mostrado recentemente na mídia.
Estamos diante de um crescente acirramento da luta social que é instigada quando um presidente oriundo do movimento social consegue administrar de forma competente interesses antagônicos, sem provocar crises e aumentando a qualidade de vida da população. É uma forma conservadora de governar, porém tem dado resultados positivos.
Diante de tal situação teremos em dezembro a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, onde a sociedade civil discutirá um modelo de política de comunicação que atenda aos interesses sociais, a não a apenas aos interesses das oito famílias que controlam quase todas as redes de TVs, rádios, revistas e jornais em todo Brasil.
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